terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Quem é Jesus?



Quem é Jesus?

No campo da química, transformou água em vinho.
Em biologia, nasceu sem passar pelo processo natural de concepção.
Na física, quebrou a lei da gravidade ao ascender aos céus.
Na economia, fez melhor que a segurança
social e alimentou 5000 homens com cinco pães e dois peixinhos.
Na medicina, curou doentes sem receitar um único medicamento.
No campo da história, Ele é o princípio e o fim.
Na política, Ele diz que é chamado de Conselheiro e Príncipe da Paz.
No campo da religião, Ele diz que ninguém vai ao Pai a não ser por meio dele.

Então quem é Ele afinal? Ele é Jesus!
Aquele que apesar de não ter servos, foi chamado de Senhor.
Não tinha curso, mas chamaram-lhe Mestre.
Não passava receitas, mas mesmo assim é o médico dos médicos.
Não tinha exército, mas os reis da altura tinham medo Dele.
Não cometeu nenhum crime, mas morreu na cruz.
Foi sepultado, mas vive para todo o sempre.
Queres saber quem é Jesus? Aceita-o com todo o teu coração e verás!

Creditos site: Viva a vida com Jesus

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

História da Bíblia.

Provas Incontestáveis da Veracidade da Bíblia.

Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz.

O maior, melhor e mais confiável documento de todos os tempos é a Bíblia. Suas afirmações são continuamente confirmadas, como mostra o artigo a seguir.


Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.


Os registros bíblicos poderiam estar certos


O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito. Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram prefeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.


Pragas bíblicas?


Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois...


Moisés recebeu a lei no monte Karkom


Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom, localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essa concordância com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo tempo no deserto". (Idea Spektrum, 8/2000)


Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160: "As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre." Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de toda a Palavra de Deus ao orar: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.


No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia como nação, Deus já disse a Abraão: "Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas" (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus Cristo.


Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi inspirado pelo próprio Deus?


Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus. Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para tudo o que existe visivelmente. Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemã PM) acertou em cheio ao afirmar: "Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu. Segundo essa concepção, temos duas alternativas: (1) Paramos de perguntar pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?"


Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada, através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem." A Palavra de Deus não é apenas absoluta verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade, concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz: "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24).


Autor: Norbert Lieth
Fonte: Chamada

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Arqueologia bíblica


Arqueologia bíblica
Algumas descobertas, arqueológicas, importantes...


A arqueologia bíblica é a disciplina que se ocupa da recuperação e investigação científica dos restos materiais de culturas passadas que podem iluminar os períodos e descrições da Bíblia. Usa-se como base de tempo, um amplo período entre o ano 2000 a.C. e 100 d.C.. Outros preferem falar de arqueologia da Palestina, referindo-se aos territórios situados ao leste e oeste do Rio Jordão. Esta designação expressa o facto da arqueologia bíblica estar especialmente circunscrita aos territórios que serviram de cenário aos relatos bíblicos.

Sítios arqueológicos

Na atualidade, os territórios bíblicos estão cheios de escavações, sítios arqueológicos e museus abertos ao público em geral. Entre os mais destacados podem-se encontrar:

* A Igreja do Santo Sepulcro:
Um complexo de sítios que compreende no alegado túmulo de Jesus e o Calvário. Sua identificação leva em conta achados arqueológicos, mas baseia-se na maior parte em tradição do século IV d.C., devido a evidências de tumbas judaicas, artefatos romanos, construções constantinas e influências otomanas. A identificação continua sendo conjectura.

* O Museu Israel:
Reúne objetos de valor universal, para estudos bíblicos, a história e pré-história do chamado Oriente Médio. Este museu é conhecido como um dos mais importantes museus relacionados à arqueologia bíblica.

* O Túnel de Ezequias:
Passando por baixo da Cidade Antiga de Jerusalém e seus Muros, é um dos elementos declarados na bíblia tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Escrituras Gregas Cristãs.

* O Barco da Galiléia:
Em 1986, um dos últimos achados foi um barco enterrado perto do Mar da Galiléia, perto da antiga Cafarnaum e com surpresa, datado do Século I, portanto do tempo de Jesus. Por esta razão, “O barco da Galiléia” tem sido chamado de “O Barco de Pedro”, porque se permite ter uma idéia do tipo de navios que os pescadores que conheceram Jesus, usavam. O barco da Galiléia mede cerca de 8 metros de comprimento e 2,3 metros de largura.

* Qumrán:
Para muitos, este é um dos achados mais importantes de todos os tempos. Embora haja controvérsias se teria sido o local de uma seita judaica (essênios), com ruínas dum possível mosteiro, estas cavernas são de grande importância para a arqueologia bíblica, devido ao grande número de achados, como papiros, códices da Tanak, do Novo Testamento, e muitos outros elementos para a história dos estudos bíblicos.

Construções bíblicas confirmadas

• A cidade de Gibeão.

• O Túnel de Ezequias: Um túnel de 533 metros foi construído para prover a Jerusalém, água subterrânea, em prevenção da invasão assíria de 701 a.C.

• As Muralhas de Jericó: Uma destruição das “Muralhas de Jericó” data aproximada do ano 1550 a.C., tendo como a causa um cerco ou um terremoto no contexto de extrato denominado Destrucción Ciudad IV. Existem discussões sobre se a dita destruição corresponde à descrição bíblica ou não. De acordo com o relato bíblico, os israelitas destruíram a cidade depois que suas muralhas caíram, por volta de 1407 a.C.. As escavações de John Garstang, em 1930, datam a destruição de Jericó em 1400 a.C., mas após escavações de Kathleen Kenyon, em 1950, sua datação foi de 1550 a.C.. Bryant G. Wood crítico do trabalho de Kenyon, observou ambigüidades nas investigações com o carbono 14 que deram como resultado o ano de 1410 a.C., com 40 anos de diferença. Assim, Wood confirmou as conclusões de Garstang. Infelizmente, a dita prova de carbono teria sido resultado de uma má calibração. Em 1995, Hendrik J. Bruins e Johannes van der Plicht utilizaram uma prova de radiocarbono de alta precisão para 18 amostras de Jericó, incluindo seis amostras de cereal carbonizado, que deram como resultado uma antiguidade superior – 1562 a.C, com uma margem de 38 anos.

• O Segundo Templo: Confirmado pelo parecer ocidental. Construído por Herodes I o Grande;

• A Rampa do sitio de Laquis : A cidade de Laquis foi capturada pelo rei assírio Senaqueribe em 701 a.C.
• O Reservatório de Siloé: Uma piscina, ao sudeste das muralhas da cidade, e receptora das águas do Túnel de Ezequias.

• O Templo de Siquém: Mencionado em Juízes capítulo 9. Em 1910, arqueólogos encontraram ali cacos de cerâmica com inscrições, registrando despachos de vinho e de azeite de oliva e pagamento de impostos. Mas muitos dos nomes próprios inscritos neles continham o componente báal (Baal). Os arqueólogos também descobriram fragmentos em painéis de marfim.
•Túmulos: No Iraque, o arqueólogo Sir Leonard Wooley descobriu 16 túmulos de reis no cemitério da antiga Ur foi uma extraordinária descoberta “A riqueza nesses túmulos, que continua sem igual na arqueologia mesopotâmica, incluía algumas das mais famosas peças da arte sumeriana que agora embelezam as salas do ‘’Museu Britânico e do Museu da Universidade da Pensilvânia”.
Dezenove túmulos localizados ao ocidente de Jerusalém têm sido datados sem dúvida, ao tempo da Monarquia da Judéia, mas é possível que representem sítios em memória dos reis mencionados em II Crônicas 16:14; 21:19; 32:33 e no Livro de Jeremias 34: 5.

• A Tumba de Herodes: Em Maio 2007, arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém anunciaram a descoberta da tumba onde teria sido enterrado o rei Herodes I o Grande, perto de Jerusalém. Herodes, que reinou no fim Século I a.C., teria vivido na época de Jesus. Foi enterrado em um mausoléu retangular de 2,5 metros de comprimento com um teto em forma de triângulo.

Objetos de escavações documentadas

• Estela de Merenptah:Contém a mais antiga referência por egípcios sobre os israelitas na terra de Canaã. Foi encontrada nas ruínas do templo funerário do Faraó Merenptah (1236 a.C. a 1223 a.C.) em Tebas.

• A cidade de Ebla: Foi uma antiga cidade localizada no norte da Síria, cerca de 60 km, a sudoeste de Aleppo. Foi uma importante cidade-estado em dois períodos: em inícios do Terceiro milênio a.C., e novamente entre 1800 e 1650 a.C. O lugar é atualmente conhecido como Tell Mardikh, e é famoso principalmente pelas 15.000 tabuinhas ali encontradas. As tabuinhas cuneiformes, formam escritas datadas por volta de 2.250 a.C., em língua suméria e eblaíta; uma língua semítica até então desconhecida .
Incluem arquivos cuneiformes de Ebla (Tell Mardikh) que foram descobertos em 1975, com o nome de três personagens relacionados com os patriarcas bíblicos, entre eles o de Ebrum, que alguns identificam com o patriarca bíblico Éber.

• A inscrição de Ecron: Encontrada em 1993 em Tell Mique;

• O Cilindro de Ciro: O Cilindro de Ciro II da Pérsia é feito de argila, e registra um importante decreto do rei persa, encontra-se exposto no Museu Britânico, em Londres. A conquista de Babilônia, de um modo rápido e sem batalha pelo Império medo-persa, descrita em Daniel 5:30-31, é confirmada no relato do Cilindro de Ciro.

• O Cilindro de Nabonido: Trata-se de um cilindro de argila do rei Ciro o Grande, conquistador de Babilônia. Foi encontrado no Templo de Shamash em Sippar, perto de Bagdá. A conquista de Ciro é também descrita na Crônica de Nabonido. Em escrita cuneiforme, na Língua acádia, encontra-se o nome de Belsazar como o filho de Nabonido, último rei de Babilônia. O Livro de Daniel capítulos 5, 7, e 8 menciona Belsazar como um rei conhecido; nota-se também que Belsazar oferece o terceiro lugar em seu reino como um grande prêmio.

• A ostraca de Gath: A Ostraca (pedaços de cerâmica contendo escrita) de Gath, foi encontrada por A. Maeir quando realizava escavações em Tel es-Safi, 2005.
Texto inciso, de nove letras, que representa os nomes (אלות ולת) etimologicamente relacionados com Golias (גלית).

• Os textos de Balaão: Tinta sobre gesso, encontrados em Deir ´Alla na Jordânia - (Números 22 - 24).

• Asas de vasilha GBON (גבען): Foram recuperadas da piscina de Gibeão e teriam algumas inscrições: Algumas com a inscrição: "Hananiah" que pode ter relação com a pessoa mencionada em Jeremias 28:1.
Outros nomes inscritos são: Amariah, Azariah, Domla, Geder, Hananiah, Neri, Shebuel.

• A ostraca de Arad (Israel).

• Selo de Gemariah ben Shaphan: Impresso em bula, foi encontrado durante as escavações de Yigal Shiloh en 1983, provavelmente pertencente à pessoa mencionada em Jeremias 36:10.

• Inscrição da Casa de David e na Estela de Tell Dan: A inscrição Consiste em três fragmentos: o primeiro e mais extenso foi descoberto em 1993 e os fragmentos menores em 1994.

• Ostraca Izbet Sartah: Dois fragmentos encontrados numa escavação de 1976, com cinco linhas incisas de 80 a 83 letras (as leituras dos editores variam) onde a última linha corresponde a um abecedário.

• Selo de Jaazaniah:, servo do rei (ליאזניהו עבד המלך): Encontrada no túmulo 19 em Tel en-Nasbeh (Mispá).
Possivelmente pertencente ao capitão do exercito em Mispá, mencionado em II Reis 25: 23.

• O túmulo de Caifás[29] descoberto em Jerusalém em 1990.

• Selo de Jehucal ben Shelemia ben Shobi (יהוכל בן שלמיהו בן שבי): estampado em bula, encontrado nas escavações de Eilat Mazar num suposto palácio do Rei David em 2005. Provavelmente se refere ao mencionado relato do Livro de Jeremias 37,:3 e 38: 1

• As Ostracas de Laquis: Textos encontrados em 1930, que descrevem acontecimentos do final do século VII a.C., pouco depois da conquista dos caldeus.
Carta No. 3 menciona uma advertência do profeta.
Carta No. 4 menciona Laquis y Azekah como os últimos lugares conquistados, tal como registra Jeremias 34:7.
Carta No. 6 descreve uma conspiração descrita em Jeremias 38:19 e 39: 9, utilizando uma fraseologia quase idêntica a Jeremias 38:4.

• As Talas de Laquis: No palácio de Senaqueribe em Nínive, descrevendo a conquista da cidade;

• Pim de peso: Os primeiros pesos foram encontradas por R.A.S. Macalister en Gezer. Foram encontrados desde então, muitos outros;

• A Inscrição de Pôncio Pilatos encontrada no teatro romano de Cesaréia: O prefeito da Judéia, Pôncio Pilatos, erigiu o Tibérium em honra de Tibério César.
Texto atual da terceira linha da inscrição:
TIBERIEUM
PONTIUS PILATUS
PRAEFECTUS IUDAEAE

• A conquista de Samaria por Sargão II da Assíria: Inscrição (ANET 284) encontrada por Paul-Émile Botta e Dur-Sharrukin no ano 1843: "sitiei e conquistei Samaria, deportei 27.290 habitantes desta... Reconstruí o melhor e estabeleci ali povos de outros paises que eu mesmo conquistei." ( II Reis 17: 23-24).

• O Obelisco Negro: O Obelisco Negro de Salmaneser, em Acádia, alista Jeú, rei de Israel (c. 905-876 a.C.) pagando tributoao monarca assírio, numa escultura em relevo, descrito em II Reis cap.8-10.

• Selo de Ben Immer (ליהו [בן] אמר[?])
Selo estampado em bula, encontrado em 27 de setembro de 2005, quando se analisaram cuidadosamente escombros provenientes do Monte do Templo em Jerusalém.
Possivelmente se relaciona com um sacerdote que serviu no Templo de Salomão segundo Jeremias 20:1.

• As Inscrições de Tiglat-Piléser III encontradas por A.H. Layard na antiga Nínive: ANET 282: "Recebi o tributo de... Jehohaz Joacaz de Judá" (incidente não mencionado na Bíblia).
ANET 283: “... Quanto à Menaém eu derrotei,... pus a Oséias como rei sobre eles". (perspectiva descrita em II Reis 15, 19 e 17:3).

• A Pedra de Zayit: Uma pedra calcária arredondada, a Pedra de Zayit é um pedregulho de calcário de 19 quilos, descoberto em 15 de Julho de 2005 durante uma escavação em tel Zayit (Laquis), Israel. Possui uma inscrição em abecedário páleo-hebreu, junto com restos de diversas outras inscrições datado do Século X a.C.

• A Tabuleta de Nebo-Sarsequim: A Tabuleta de Nebo-Sarserquim é uma inscrição cuneiforme de argila (5,5 cms) que faz parte da coleção do Museu Britânico, cuja inscrição foi decifrada em 2007, e faz referência a um oficial na corte de Nabucodonosor II, rei de Babilônia.
Objetos de procedência conhecida, mas não provêem de escavações
Os seguintes objetos vêem de estudos do Século XIX e coleções não documentadas cuja procedência não é relevante apesar da natureza genuína de seu conteúdo. Em outras palavras foram descobertos num tempo em que o conhecimento era limitado e não há razoes para crer que tenham sido falsificados.

• Estela de Merenptah: Contém a mais antiga referência egípcia sobre os israelitas na terra de Canaã;

• Os Papiros de Elefantina: Datados do período persa de um arquivo duma comunidade judaica de Elefantina, Egito.
Um destes papiros, foi escrito em Jerusalém por Ananias que pode ser a pessoa mencionada em Neemias 7:2.

• A Inscrição Monolítica de Salmanáser III:
Encontrado por J.E. Taylor, cônsul britânico em Diyarbekir em 1861, na qual se mencionam "2,000 carros, 10.000 soldados de infantaria de Ahab o israelita" (incidente não mencionado na Biblia);

• Inscrição de Nazaré: Tábua de mármore com um edito de César proscrevendo a pena capital aos violadores de túmulos, datada do Século I d.C.. A Frohner Collection assegura que a adquiriu em Nazaré em 1878;

• A Pedra Moabita (Estela de Mesha): Uma pedra de basalto, com uma inscrição sobre Mesa, Rei de Moabe encontrada em Dhiban, Jordânia em 1868 e que menciona o rei israelita, Omri. Esta inscrição completa confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a.C.. Nela também se encontram inscrições como um tributo a YHWH. É um documento de grande importância relativo ao estudo da linguística hebraica;

• A Inscrição de Siloé: Situada originalmente na saída do túnel de Ezequias, retirada de Jerusalém em 1880, a inscrição registra a construção do túnel no século VIII a.C.. Encontra-se entre os registros mais antigos escritos na língua hebraica


Fonte: wikipédia

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Porque crer na Bíblia?


Por que só a Bíblia?
Por que cremos única e exclusivamente na Bíblia?

Pergunta: "Por que devemos crer exclusivamente na Bíblia, desconsiderando as demais revelações? Deus não é um Deus que se cala, mas um Deus que fala ainda hoje!"


Resposta: Por que cremos única e exclusivamente na Bíblia? Porque direta e indiretamente a própria Bíblia nos exorta a isso. Por favor, leia primeiro o Salmo 119, onde podemos ver a singularidade da Palavra de Deus. Depois disso, peço-lhe que reflita em espírito de oração nas passagens bíblicas abaixo:


Paulo escreve, por exemplo, a Timóteo: "E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Tm 3.15-16).


Segunda Pedro 1.19-21 nos revela em que consiste a diferença entre a Bíblia e outras fontes: "Temos assim tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vossos corações; sabendo, primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens [santos] falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo." O próprio Senhor aponta para a segurança e infalibilidade da Palavra de Deus: "Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5.18).


E Ele diz, ainda: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim" (Jo 5.39).


Em sua primeira carta aos tessalonicenses, Paulo enfatiza que a Bíblia não é palavra humana, mas Palavra de Deus: "Outra razão ainda temos nós para incessantemente dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes" (1 Ts 2.13).


Finalizando, lembremos o conteúdo extremamente importante de João 1.1-4: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. A vida estava nele..." E o versículo 14: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai."


Quem menospreza a Palavra de Deus e a coloca no mesmo nível de outras "fontes de revelação" mostra que despreza a Palavra (o Verbo) que se fez carne: Jesus Cristo! (Elsbeth Vetsch)


Fonte: Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 1997.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Motociclistas pregam a fé nas estradas


Motoclube Pregadores do Caminho


RIO GRANDE - A paixão pelas duas rodas e o amor a Jesus Cristo são o que movem um grupo de motociclistas pelas estradas de todo o Brasil. O Motoclube Pregadores do Caminho, o primeiro evangélico no Município, tem como propósito principal compartilhar vida e, com isso, estar integrado com os demais motociclistas.

Criado no Rio de Janeiro em 2005, o motoclube é um ministério da Igreja Batista Betânia. Há dois anos em Rio Grande, o grupo já reúne 15 membros, entre eles homens, mulheres e crianças. Isso porque um dos princípios desses motociclistas é estarem acompanhados das famílias. “Nossa intenção é estar em comunhão. Mas é importante ressaltar que não queremos impor ou empurrar Jesus Cristo para as pessoas. O evangelismo significa compartilhar vida em Cristo e é isso que queremos. Cremos que podemos abençoar as pessoas”, explica o presidente do Pregadores do Caminho na região Sul, pastor Renato Vieira de Castro.

O motociclista afirma que a única diferença entre motoclube evangélico e os demais motogrupos é o viver conforme os ensinamentos de Cristo. “No mais, seguimos o principal lema dos motoclubes: Irmandade, Fraternidade, Liberdade e Lealdade. Tudo isso de acordo com a palavra de Deus”, diz. Para quem imagina que isso possa ser sinônimo de preconceito, engana-se. O grupo, já respeitado entre o meio dos motociclistas, neste ano, integrou a equipe de apoio na organização do 5º Moto Praia, evento realizado pelo Motoclube Pica-Paus do Asfalto que aconteceu no Cassino de 21 a 23 de novembro. Durante o encontro, eles comemoraram aniversário de dois anos e reuniram mais de 90 motociclistas de diversos motoclubes em um jantar, com direito à banda de rock gospel.

Mas foi em meio à multidão que assistia ao show da banda Só Creedence, no Moto Praia, que o pastor se deparou com uma situação de fé e emoção. “Eu estava no show quando um casal me perguntou por que somos Pregadores do Caminho. E eu expliquei sobre o motoclube e que somos evangélicos. Então eles me disseram que também crêem em Jesus e estavam procurando um grupo que fosse como eles”, conta. Logo depois, o homem chamou Castro e disse que queria pedir a namorada em noivado. “E foi ali, no meio do show, que ele tirou as alianças do bolso e a pediu em casamento. Eu orei e abençoei o noivado e a vida deles. A menina não esperava e se emocionou. Foi benção”, afirma.

Além disso, os motociclistas já participaram de inúmeros eventos na região, como o 7° Moto Show do Mercosul, que reuniu mais 3 mil motociclistas em Pelotas. E hoje já se tornaram até referência. Em muitos encontros Castro é convidado a levar uma palavra, uma pregação. “Em outros casos, se alguma pessoa está com problemas me chama para conversar”, garante. A próxima parada do grupo será Jaguarão. O Pregadores do Caminho foi convidado a participar do 9° Motofest em janeiro, um dos maiores encontros de motociclistas da região. “Será mais uma oportunidade de levarmos a palavra de Deus aos motociclistas”, diz.

Fonte:http://www.overbo.com.br/portal/2008/12/08/motociclistas-pregam-a-fe-nas-estradas/

Vou procurar mais informações e postarei futuramente aqui! Aguardem!!!

Deixe seu comentário ou o seu recado em nosso mural!

Deus abençoe!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Bom final de semana!

Se você está lendo... Que Deus o abençoe!

E não esqueça de deixar um recado no meu mural!!!

Desejo à todos um final de semana abençoado!!!

O Dia da Bíblia



A origem do dia da bíblia.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente.

O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.


Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente. Por volta de 1880, esta situação foi se modificando e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, se popularizando.


Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.


Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.


Fonte: www.sbb.org.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A Fé e a Razão

A Fé e a Razão
Muitos desprezam a crença em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo.

Salomão escreveu: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.” (Pv. 3.5). “Estribar” significa firmar-se, apoiar-se em algo. Quando se monta num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana pode proporcionar apoio suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas?

Os limites da razão

O raciocínio é poderoso, porém limitado. O universo, a vida e a morte não podem ser explicados pelo homem. A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos.

Até no campo natural, estamos bastante limitados, apesar dos avanços, descobertas e invenções. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio. Isto não significa que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos.

Conciliação parcial

Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm. 12.1) e “razão da esperança” (1Pe. 3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv. 1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis ou coisas invisíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia.

A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a Bíblia ensina. Se Deus falou, por mais estranho que seja, acontecerá (ou já aconteceu), pois ele é fiel e poderoso para cumprir sua palavra.

Como podemos confiar assim na bíblia, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, conforme promessa bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Estes sinais dependem da fé (Mc. 16), mas, olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais.

Viver pela fé não significa confiar em ilusões, pois temos testemunhado os fatos que ela produz, sabendo que “a fé sem obras é morta” (Tg. 2.26). A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los.

Andando apenas pela razão teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv. 20.24). Por isso, precisamos da fé.

Podemos comparar a razão às rodas do avião, enquanto que a fé é comparável às asas. Estar no solo pode ser necessário e seguro, mas não deve ser o lugar definitivo para uma aeronave.

Enquanto for possível, nossa fé será coerente com a razão. Contudo, não será controlada por ela. A fé não dependerá da razão, irá além.

Geralmente, trabalharemos dentro do chamado “bom senso”, mas até este elemento pode significar um condicionador racional e incrédulo por se tratar do lugar comum, fundamentado naquilo que é aceito e compreendido pelo homem natural. O caminho da fé pode nos levar a fazer algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé ao construir a arca. Em situações extremas como essa, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar.

Por exemplo: se Deus disse que certa pessoa vai evangelizar várias nações, ela deve apenas crer, mesmo que não tenha dinheiro para ir ao bairro vizinho. Quando Deus disse que Sara teria um filho, ela riu, porque usou primeiramente a razão. Abraão usou a fé, e este foi o fator determinante para o nascimento de Isaque. Quantos estão rindo da nossa fé! Esperamos que eles também sejam alcançados, transformados e experimentem o poder de Deus.

Enquanto for possível, devemos conciliar a fé e a lógica. Se quisermos contrariar a razão sem que tenhamos uma palavra de Deus como fundamento, incorreremos em fanatismo. Se abandonarmos a fé para atendermos exclusivamente à razão, cairemos no racionalismo e na incredulidade.

A razão pode se tornar obstáculo à fé

Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou construir a arca, Noé não questionou a ordem divina. Apenas tomou as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que ele andava com Deus, conhecia o Senhor, sabendo exatamente quem estava mandando.

Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir.

Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, teria sérios problemas. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece.

Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo, embora sejamos valiosos para o Criador. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência? Apesar de nossa condição limitada, está ao nosso alcance uma série de evidências que testemunham sobre a realidade de Deus.

Confiança no Senhor

“Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim” (João 14.1). Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm. 8).

A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte.

Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer. Confiar é entregar-se.

O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer.

A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura.
A razão pode produzir desespero. A fé é produz esperança.
A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus.
A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória.

Anísio Renato de Andrade
Bacharel em Teologia. Professor do SEBEMGE – Seminário Batista do Estado de Minas Gerais e STEB – Seminário Teológico Evangélico do Brasil

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Feriados 2009

Data Dia da Semana Feriado
01/01/2009 Quinta-Feira Confraternização Universal
23/02/2009 Segunda-Feira Carnaval
24/02/2009 Terça-Feira Carnaval
06/04/2009 Sexta-Feira Paixão de Cristo
21/04/2009 Terça-Feira Tiradentes
01/05/2009 Sexta-Feira Dia do Trabalho
11/06/2009 Quinta-Feira Corpus Christi
07/09/2009 Segunda-Feira Independência do Brasil
12/10/2009 Segunda-Feira Nossa Sra. Aparecida
02/11/2009 Segunda-Feira Finados
15/11/2009 Domingo Proclamação da República
25/12/2009 Sexta-Feira Natal

Brasil corre risco de ter liberdade religiosa cerceada

O Brasil, país conhecido em todo o mundo por sua tolerância e respeito às diferenças raciais, religiosas e étnicas, entre outras, encontra-se hoje diante de uma flagrante ameaça à liberdade de expressão e culto.
Dois projetos de lei que se propõem a evitar o preconceito, também possuem regras para silenciar e censurar a pregação da Bíblia Sagrada. E sem que a maioria da população se dê conta disso, estão seguindo o trâmite de aprovação no Congresso Nacional.

Um deles está no Senado, prestes a se tornar lei (PL 122/06) e outro com o mesmo teor está na Câmara dos Deputados (PL 6418/2005).
Em breve poderemos assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho, como em muitos países da África, e pais perdendo a guarda dos filhos por transmitirem a sua convicção religiosa, como ocorre em localidades do Oriente Médio.

Casos como na China e na Coréia do Norte, onde pastores são presos por distribuírem Bíblias, podem se tornar comuns.

Crime de opinião
religiosa

Uma leitura mais apurada no texto do PL 122/06 que prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, revela que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. O governo é favorável à criação desta nova lei e seu posicionamento está claramente expresso no programa 'Brasil Sem Homofobia'.

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.

No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

Perseguição aos ofertantes

A
ameaça torna-se ainda mais gritante ao atingir os próprios crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho de Cristo.

Isso porque, pelo que está previsto no PL 6418/2005, quem financia, patrocina ou presta assistência a qualquer um que transgredir essa lei, ou seja, que pregar qualquer ponto que desagrade a um homossexual, poderá ser condenado a uma pena de dois a cinco anos de prisão.

Como cristãos, ou seja, como defensores do amor ao próximo pregado por Jesus Cristo, não aceitamos que qualquer pessoa, homossexual ou não, sofra atos de violência, seja proibida de permanecer em locais públicos ou tenha seus direitos civis violados - pontos que estão servindo de justificativa para os que defendem tais projetos.

Só não podemos permitir a invasão de direitos particulares sobre os direitos coletivos, assegurados na Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso VI: É inviolável a liberdade de consciência e de crença.

Por isso, diante desta séria ameaça aos direitos religiosos de todos nós, cidadãos cristãos, principalmente aos evangélicos, cresce a demanda por uma intensa mobilização por parte de todos aqueles que, independentemente de aprovarem ou não a conduta homossexual, desejam garantir o direito de livre expressão de suas opiniões e convicções, sejam elas contrárias ou não ao homossexualismo.

Esta mobilização, além de ser expressa em orações e jejuns, deve ser acompanhada de uma dinâmica prática, sob diferentes formas, tais como:

1) Envie seu protesto para os senadores e deputados envolvidos na aprovação destas leis... (veja listagem de alguns deles abaixo) por meio de cartas, telefonemas, fax e e-mails;

2) Participe de abaixo-assinados que expressem o descontentamento com estes projetos de lei e assegure que eles sejam entregues às autoridades competentes;

3) Entre em contato com o parlamentar em quem votou e chame a atenção dele à questão;

4) Repasse estas informações sobre a ameaça que estas leis trarão à liberdade de expressão e culto no Brasil a TODOS os seus conhecidos. Utilize seu mailing pessoal e os meios de comunicação de sua igreja.

Nossa tão propaganda de liberdade religiosa pode estar com os dias contados. E não é apenas o cristianismo que está correndo o risco de ser censurado. O islamismo e o judaísmo também, pois todas tratam do assunto em seus livros sagrados. Portanto, o que está em questão não é o homossexualismo em si e sim a criação de um crime de expressão e opinião religiosa.

Contatos com os senadores diretamente envolvidos no PL 122/06:

Fátima Cleide Rodrigues da Silva (PT-RO), relatora do projeto (a favor)
Fone: (61) 3311-2391 e
3311-2397
Fax: (61) 3311-1882
e-mail: fatima.cleide@senadora.gov.br


Paulo Renato
Paim (PT-RS), apresentou diversos projetos neste sentido, condensados no PL 122/06 (a favor)
Fone: (61) 3311-5227 e 3311-5232
Fax: (61) 3311-5235
e-mail: paulopaim@senador.gov.br


Marcelo Bezerra Crivella (PRB-RJ) - (contrário à redação como está)
Fone: (61) 3311-5225 e 3311-5730
Fax: (61) 3311-2211
e-mail: crivella@senador.gov.br


Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada senador e a íntegra do projeto de lei acesse:
http://www.senado.gov.br

Contatos com os deputados diretamente envolvidos no PL 6418/2005:

Janete Rocha
Pietá (PT-SP), relatora do projeto (a favor)
Fone: (61) 3215-5578
Fax: (61) 3215-2578
e-mail: dep.janeterochapieta@camara.gov.br


Pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ) (contrário à redação como está)
Fone: (61) 3215-5226
Fax: (61) 3215-2226
e-mail: dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br


Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada deputado e a íntegra do projeto de lei acesse:
http://www.camara.gov.br

Versículo do dia


"Não temas o pavor repentino, nem a investida dos perversos quando vier.Porque o SENHOR será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados."
Provérbios 3:25-26
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