
O SBT Brasil exibiu na última semana a série "Fé Sob Medida", com reportagens sobre igrejas criadas para atingir públicos com necessidades específicas.
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Páscoa de verdade"O coração de Faraó já estava endurecido pela rebelião antes que Deus lhe exigisse a libertação dos hebreus. Então, todas as vezes que o Senhor exigia a libertação dos filhos de Israel, mais o seu coração se endurecia. O rei do Egito era insensível para ouvir a voz de Deus, por isso ele se comportava daquela maneira", explica o pastor Claudionor de Andrade, escritor e comentarista de Lições Bíblicas.
É nesse período que o Senhor ordena aos filhos de Israel que comemorassem a Páscoa. Quando Deus enviou o anjo destruidor para eliminar os primogênitos da terra do Egito, os israelitas estavam em suas casas. As ordens divinas eram que cada família tinha que tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia 14 do mês de Abibe (abril). Apenas famílias menores podiam repartir um cordeiro entre si. A partir de então, os hebreus passaram a oferecer o sacrifício como uma forma de comemorar sua libertação do Egito; com exceção do primeiro, que foi um sacrifício eficaz.
Parte do sangue do animal deveria ser aspergido nas duas ombreiras e na verga da porta; então quando o anjo destruidor passasse por aquela casa e visse o sinal de sangue, aquela família seria poupada da morte (Ex 12.23). O Novo Testamento esclarece que as festas judaicas "são sombras das coisas futuras" (Cl 2.16,17; Hb 10.1) e o Senhor Jesus é o próprio Cordeiro de Deus - "o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo", Jo 1.29, que morreu na cruz e derramou seu sangue para o perdão dos pecados dos homens que o recebem como Salvador e Senhor.
Para os cristãos o evento possui um rico simbolismo profético, pois fala de Cristo e sua morte na cruz para salvar a humanidade da condenação do pecado. A Páscoa é sinônimo de vida, pois ao terceiro dia Jesus ressuscitou dentre os mortos. Este evento comprova que Ele é realmente o Filho de Deus (Jo 10.17,18; Rm 1.4) e garante eficácia de sua morte redentora ( Rm 6.4; 1 Co 15.17). Esse é o sentido da Páscoa!

02. Quero entender como um bispo neopentecostal faz declarações pró-aborto, mas muitos evangélicos toleram tais fatos e consideram esse líder parte da comunidade evangélica. Quero entender, mas não consigo!
03. Quero entender como parte da comunidade evangélica abraça o “evangelho da saúde e prosperidade”, tornando a cristandade semelhante as outras religiões pagãs e suas relações mercantilistas com os deuses. Quero entender, mas não consigo!
04. Quero entender porque todos os dias um pastor-radialista pede dinheiro para pagar seu programa. O fato é que sempre a parcela está vencendo amanhã. Será que o contrato com essa emissora é diário? Seria uma rádio diarista? Estranho! O pior sempre é a promessa que quem colaborar com o programa, Deus recompensará em até uma semana! Ou seja, prazo marcado ou o seu dinheiro de volta? Agora, porque o radialista não faz aquilo que pede aos ouvintes, assim não precisaria fazer apelos diários. Não é verdade? Agora, mais estranho de tudo isso é a existência de colaboradores. Quero entender, mas não consigo!
05. Quero entender esses cursos de teologia por correspondência. Prometer um bacharelado em seis meses? Como é possível resumir quatro anos em um único semestre? Como entender esses “doutores” que nunca defenderam uma tese?
Isso está soando como malandragem! Quero entender, mas não consigo!
Algumas outras coisas quero entender...
O texto é do Gutierres, do Teologia Pentecostal, mas faço minhas as suas palavras.
Créditos: http://semforma.blogspot.com





