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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Uma ironia da Arqueologia Bíblica


Uma das maiores ironias no mundo acadêmico é saber que os piores inimigos da Bíblia não são ateus, evolucionistas ou agnósticos, mas sim teólogos bíblicos que lecionam Antigo e Novo Testamento em universidades nos Estados Unidos e Europa. Esse é caso de Philip Davies, da Universidade Sheffield, na Inglaterra. Para ele, Davi não é mais histórico do que o Rei Artur e os cavaleiros da távola redonda; em outras palavras, folclore britânico. Essa é a opinião dele na obra In the Search of 'Ancient' Israel (Em busca do 'antigo' Israel), publicada em 1992. Seu argumento, porém, era baseado no silêncio de fontes históricas fora da Bíblia que mencionassem o famoso rei israelita. Um argumento, diga-se de passagem, muito perigoso para qualquer acadêmico.Ironicamente, um ano após Davies publicar sua obra, a equipe de Avraham Biran, arqueólogo do Hebrew Union College, em Jerusalém, encontrou em Tel Dan, no norte de Israel, o fragmento de uma estela (pedra) contendo o registro histórico de um guerra entre os reis da Síria, Israel e Judá. Nesse documento, o reino de Israel é chamado "Casa de Israel", enquanto o reino de Judá é chamado de "Casa de Davi" (na quinta linha de baixo para cima, na foto)!Ao anunciar a descoberta, a Biblical Archeology Review destinou mais de 15 páginas para falar a respeito do assunto, escritas pelo próprio Dr. Biran. Poucas edições depois, foi a vez de Philip Davies contra-atacar. Segundo ele, o documento arqueológico poderia ser uma fraude. O que Davies se esqueceu foi que o artefato não foi comprado de nenhum comerciante palestino ou judeu, mas foi desenterrado pela auxiliar de campo Gila Cook.Outro argumento utilizado pelo acadêmico de Sheffiled é a tradução da expressão aramaica BYTDWD como "Casa de Davi". Ele notou que todas as palavras do texto estão separadas por um ponto, mas nessa expressão não há ponto algum. Sendo assim, a tradução "Casa de Davi" estaria sendo forçada. Porém, ele só se esqueceu do que os linguistas já sabiam: que quando há junção de um substantivo (BYT - casa) e um nome próprio (DWD - Davi), não se utiliza nenhum ponto na separação. Esse era um costume comum entre assírios, babilônicos e arameus (e a estela foi escrita em aramaico) no registro de um texto.Para Kenneth Kitchen, uma das maiores autoridades em estudos orientais da atualidade, a descoberta é tremenda. De acordo com ele, a expressão "Casa de..." refere-se ao fundador da determinada dinastia, sendo atestada em todo o Antigo Oriente Médio. Estaria esse documento mencionando o rei Davi, autor do famoso Salmo 23? As evidências sugerem que sim. Bastou apenas um ano para uma descoberta arqueológica desmoronar a pesquisa de Philip Davies! Isso sim é ironia.Tive a oportunidade de ver essa peça em exposição no dia 24 de agosto do ano passado, no Masp, em São Paulo. Fiquei por aproximadamente cinco minutos observando cada detalhe do artefato e relembrando as diversas histórias desse personagem chamado Davi. Eu já conhecia a história do achado e o seu valor para o cristão no século 21, mas mesmo assim foi uma experiência poderosa, uma vez que a história bíblica pôde transpor milênios e ganhar um colorido mais acentuado através de um artefato de quase três mil anos!

Créditos: http://evangelhohoje.blogspot.com


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

História da Bíblia.

Provas Incontestáveis da Veracidade da Bíblia.

Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz.

O maior, melhor e mais confiável documento de todos os tempos é a Bíblia. Suas afirmações são continuamente confirmadas, como mostra o artigo a seguir.


Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.


Os registros bíblicos poderiam estar certos


O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito. Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram prefeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.


Pragas bíblicas?


Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois...


Moisés recebeu a lei no monte Karkom


Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom, localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essa concordância com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo tempo no deserto". (Idea Spektrum, 8/2000)


Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160: "As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre." Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de toda a Palavra de Deus ao orar: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.


No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia como nação, Deus já disse a Abraão: "Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas" (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus Cristo.


Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi inspirado pelo próprio Deus?


Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus. Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para tudo o que existe visivelmente. Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemã PM) acertou em cheio ao afirmar: "Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu. Segundo essa concepção, temos duas alternativas: (1) Paramos de perguntar pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?"


Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada, através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem." A Palavra de Deus não é apenas absoluta verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade, concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz: "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24).


Autor: Norbert Lieth
Fonte: Chamada

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Arqueologia bíblica


Arqueologia bíblica
Algumas descobertas, arqueológicas, importantes...


A arqueologia bíblica é a disciplina que se ocupa da recuperação e investigação científica dos restos materiais de culturas passadas que podem iluminar os períodos e descrições da Bíblia. Usa-se como base de tempo, um amplo período entre o ano 2000 a.C. e 100 d.C.. Outros preferem falar de arqueologia da Palestina, referindo-se aos territórios situados ao leste e oeste do Rio Jordão. Esta designação expressa o facto da arqueologia bíblica estar especialmente circunscrita aos territórios que serviram de cenário aos relatos bíblicos.

Sítios arqueológicos

Na atualidade, os territórios bíblicos estão cheios de escavações, sítios arqueológicos e museus abertos ao público em geral. Entre os mais destacados podem-se encontrar:

* A Igreja do Santo Sepulcro:
Um complexo de sítios que compreende no alegado túmulo de Jesus e o Calvário. Sua identificação leva em conta achados arqueológicos, mas baseia-se na maior parte em tradição do século IV d.C., devido a evidências de tumbas judaicas, artefatos romanos, construções constantinas e influências otomanas. A identificação continua sendo conjectura.

* O Museu Israel:
Reúne objetos de valor universal, para estudos bíblicos, a história e pré-história do chamado Oriente Médio. Este museu é conhecido como um dos mais importantes museus relacionados à arqueologia bíblica.

* O Túnel de Ezequias:
Passando por baixo da Cidade Antiga de Jerusalém e seus Muros, é um dos elementos declarados na bíblia tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Escrituras Gregas Cristãs.

* O Barco da Galiléia:
Em 1986, um dos últimos achados foi um barco enterrado perto do Mar da Galiléia, perto da antiga Cafarnaum e com surpresa, datado do Século I, portanto do tempo de Jesus. Por esta razão, “O barco da Galiléia” tem sido chamado de “O Barco de Pedro”, porque se permite ter uma idéia do tipo de navios que os pescadores que conheceram Jesus, usavam. O barco da Galiléia mede cerca de 8 metros de comprimento e 2,3 metros de largura.

* Qumrán:
Para muitos, este é um dos achados mais importantes de todos os tempos. Embora haja controvérsias se teria sido o local de uma seita judaica (essênios), com ruínas dum possível mosteiro, estas cavernas são de grande importância para a arqueologia bíblica, devido ao grande número de achados, como papiros, códices da Tanak, do Novo Testamento, e muitos outros elementos para a história dos estudos bíblicos.

Construções bíblicas confirmadas

• A cidade de Gibeão.

• O Túnel de Ezequias: Um túnel de 533 metros foi construído para prover a Jerusalém, água subterrânea, em prevenção da invasão assíria de 701 a.C.

• As Muralhas de Jericó: Uma destruição das “Muralhas de Jericó” data aproximada do ano 1550 a.C., tendo como a causa um cerco ou um terremoto no contexto de extrato denominado Destrucción Ciudad IV. Existem discussões sobre se a dita destruição corresponde à descrição bíblica ou não. De acordo com o relato bíblico, os israelitas destruíram a cidade depois que suas muralhas caíram, por volta de 1407 a.C.. As escavações de John Garstang, em 1930, datam a destruição de Jericó em 1400 a.C., mas após escavações de Kathleen Kenyon, em 1950, sua datação foi de 1550 a.C.. Bryant G. Wood crítico do trabalho de Kenyon, observou ambigüidades nas investigações com o carbono 14 que deram como resultado o ano de 1410 a.C., com 40 anos de diferença. Assim, Wood confirmou as conclusões de Garstang. Infelizmente, a dita prova de carbono teria sido resultado de uma má calibração. Em 1995, Hendrik J. Bruins e Johannes van der Plicht utilizaram uma prova de radiocarbono de alta precisão para 18 amostras de Jericó, incluindo seis amostras de cereal carbonizado, que deram como resultado uma antiguidade superior – 1562 a.C, com uma margem de 38 anos.

• O Segundo Templo: Confirmado pelo parecer ocidental. Construído por Herodes I o Grande;

• A Rampa do sitio de Laquis : A cidade de Laquis foi capturada pelo rei assírio Senaqueribe em 701 a.C.
• O Reservatório de Siloé: Uma piscina, ao sudeste das muralhas da cidade, e receptora das águas do Túnel de Ezequias.

• O Templo de Siquém: Mencionado em Juízes capítulo 9. Em 1910, arqueólogos encontraram ali cacos de cerâmica com inscrições, registrando despachos de vinho e de azeite de oliva e pagamento de impostos. Mas muitos dos nomes próprios inscritos neles continham o componente báal (Baal). Os arqueólogos também descobriram fragmentos em painéis de marfim.
•Túmulos: No Iraque, o arqueólogo Sir Leonard Wooley descobriu 16 túmulos de reis no cemitério da antiga Ur foi uma extraordinária descoberta “A riqueza nesses túmulos, que continua sem igual na arqueologia mesopotâmica, incluía algumas das mais famosas peças da arte sumeriana que agora embelezam as salas do ‘’Museu Britânico e do Museu da Universidade da Pensilvânia”.
Dezenove túmulos localizados ao ocidente de Jerusalém têm sido datados sem dúvida, ao tempo da Monarquia da Judéia, mas é possível que representem sítios em memória dos reis mencionados em II Crônicas 16:14; 21:19; 32:33 e no Livro de Jeremias 34: 5.

• A Tumba de Herodes: Em Maio 2007, arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém anunciaram a descoberta da tumba onde teria sido enterrado o rei Herodes I o Grande, perto de Jerusalém. Herodes, que reinou no fim Século I a.C., teria vivido na época de Jesus. Foi enterrado em um mausoléu retangular de 2,5 metros de comprimento com um teto em forma de triângulo.

Objetos de escavações documentadas

• Estela de Merenptah:Contém a mais antiga referência por egípcios sobre os israelitas na terra de Canaã. Foi encontrada nas ruínas do templo funerário do Faraó Merenptah (1236 a.C. a 1223 a.C.) em Tebas.

• A cidade de Ebla: Foi uma antiga cidade localizada no norte da Síria, cerca de 60 km, a sudoeste de Aleppo. Foi uma importante cidade-estado em dois períodos: em inícios do Terceiro milênio a.C., e novamente entre 1800 e 1650 a.C. O lugar é atualmente conhecido como Tell Mardikh, e é famoso principalmente pelas 15.000 tabuinhas ali encontradas. As tabuinhas cuneiformes, formam escritas datadas por volta de 2.250 a.C., em língua suméria e eblaíta; uma língua semítica até então desconhecida .
Incluem arquivos cuneiformes de Ebla (Tell Mardikh) que foram descobertos em 1975, com o nome de três personagens relacionados com os patriarcas bíblicos, entre eles o de Ebrum, que alguns identificam com o patriarca bíblico Éber.

• A inscrição de Ecron: Encontrada em 1993 em Tell Mique;

• O Cilindro de Ciro: O Cilindro de Ciro II da Pérsia é feito de argila, e registra um importante decreto do rei persa, encontra-se exposto no Museu Britânico, em Londres. A conquista de Babilônia, de um modo rápido e sem batalha pelo Império medo-persa, descrita em Daniel 5:30-31, é confirmada no relato do Cilindro de Ciro.

• O Cilindro de Nabonido: Trata-se de um cilindro de argila do rei Ciro o Grande, conquistador de Babilônia. Foi encontrado no Templo de Shamash em Sippar, perto de Bagdá. A conquista de Ciro é também descrita na Crônica de Nabonido. Em escrita cuneiforme, na Língua acádia, encontra-se o nome de Belsazar como o filho de Nabonido, último rei de Babilônia. O Livro de Daniel capítulos 5, 7, e 8 menciona Belsazar como um rei conhecido; nota-se também que Belsazar oferece o terceiro lugar em seu reino como um grande prêmio.

• A ostraca de Gath: A Ostraca (pedaços de cerâmica contendo escrita) de Gath, foi encontrada por A. Maeir quando realizava escavações em Tel es-Safi, 2005.
Texto inciso, de nove letras, que representa os nomes (אלות ולת) etimologicamente relacionados com Golias (גלית).

• Os textos de Balaão: Tinta sobre gesso, encontrados em Deir ´Alla na Jordânia - (Números 22 - 24).

• Asas de vasilha GBON (גבען): Foram recuperadas da piscina de Gibeão e teriam algumas inscrições: Algumas com a inscrição: "Hananiah" que pode ter relação com a pessoa mencionada em Jeremias 28:1.
Outros nomes inscritos são: Amariah, Azariah, Domla, Geder, Hananiah, Neri, Shebuel.

• A ostraca de Arad (Israel).

• Selo de Gemariah ben Shaphan: Impresso em bula, foi encontrado durante as escavações de Yigal Shiloh en 1983, provavelmente pertencente à pessoa mencionada em Jeremias 36:10.

• Inscrição da Casa de David e na Estela de Tell Dan: A inscrição Consiste em três fragmentos: o primeiro e mais extenso foi descoberto em 1993 e os fragmentos menores em 1994.

• Ostraca Izbet Sartah: Dois fragmentos encontrados numa escavação de 1976, com cinco linhas incisas de 80 a 83 letras (as leituras dos editores variam) onde a última linha corresponde a um abecedário.

• Selo de Jaazaniah:, servo do rei (ליאזניהו עבד המלך): Encontrada no túmulo 19 em Tel en-Nasbeh (Mispá).
Possivelmente pertencente ao capitão do exercito em Mispá, mencionado em II Reis 25: 23.

• O túmulo de Caifás[29] descoberto em Jerusalém em 1990.

• Selo de Jehucal ben Shelemia ben Shobi (יהוכל בן שלמיהו בן שבי): estampado em bula, encontrado nas escavações de Eilat Mazar num suposto palácio do Rei David em 2005. Provavelmente se refere ao mencionado relato do Livro de Jeremias 37,:3 e 38: 1

• As Ostracas de Laquis: Textos encontrados em 1930, que descrevem acontecimentos do final do século VII a.C., pouco depois da conquista dos caldeus.
Carta No. 3 menciona uma advertência do profeta.
Carta No. 4 menciona Laquis y Azekah como os últimos lugares conquistados, tal como registra Jeremias 34:7.
Carta No. 6 descreve uma conspiração descrita em Jeremias 38:19 e 39: 9, utilizando uma fraseologia quase idêntica a Jeremias 38:4.

• As Talas de Laquis: No palácio de Senaqueribe em Nínive, descrevendo a conquista da cidade;

• Pim de peso: Os primeiros pesos foram encontradas por R.A.S. Macalister en Gezer. Foram encontrados desde então, muitos outros;

• A Inscrição de Pôncio Pilatos encontrada no teatro romano de Cesaréia: O prefeito da Judéia, Pôncio Pilatos, erigiu o Tibérium em honra de Tibério César.
Texto atual da terceira linha da inscrição:
TIBERIEUM
PONTIUS PILATUS
PRAEFECTUS IUDAEAE

• A conquista de Samaria por Sargão II da Assíria: Inscrição (ANET 284) encontrada por Paul-Émile Botta e Dur-Sharrukin no ano 1843: "sitiei e conquistei Samaria, deportei 27.290 habitantes desta... Reconstruí o melhor e estabeleci ali povos de outros paises que eu mesmo conquistei." ( II Reis 17: 23-24).

• O Obelisco Negro: O Obelisco Negro de Salmaneser, em Acádia, alista Jeú, rei de Israel (c. 905-876 a.C.) pagando tributoao monarca assírio, numa escultura em relevo, descrito em II Reis cap.8-10.

• Selo de Ben Immer (ליהו [בן] אמר[?])
Selo estampado em bula, encontrado em 27 de setembro de 2005, quando se analisaram cuidadosamente escombros provenientes do Monte do Templo em Jerusalém.
Possivelmente se relaciona com um sacerdote que serviu no Templo de Salomão segundo Jeremias 20:1.

• As Inscrições de Tiglat-Piléser III encontradas por A.H. Layard na antiga Nínive: ANET 282: "Recebi o tributo de... Jehohaz Joacaz de Judá" (incidente não mencionado na Bíblia).
ANET 283: “... Quanto à Menaém eu derrotei,... pus a Oséias como rei sobre eles". (perspectiva descrita em II Reis 15, 19 e 17:3).

• A Pedra de Zayit: Uma pedra calcária arredondada, a Pedra de Zayit é um pedregulho de calcário de 19 quilos, descoberto em 15 de Julho de 2005 durante uma escavação em tel Zayit (Laquis), Israel. Possui uma inscrição em abecedário páleo-hebreu, junto com restos de diversas outras inscrições datado do Século X a.C.

• A Tabuleta de Nebo-Sarsequim: A Tabuleta de Nebo-Sarserquim é uma inscrição cuneiforme de argila (5,5 cms) que faz parte da coleção do Museu Britânico, cuja inscrição foi decifrada em 2007, e faz referência a um oficial na corte de Nabucodonosor II, rei de Babilônia.
Objetos de procedência conhecida, mas não provêem de escavações
Os seguintes objetos vêem de estudos do Século XIX e coleções não documentadas cuja procedência não é relevante apesar da natureza genuína de seu conteúdo. Em outras palavras foram descobertos num tempo em que o conhecimento era limitado e não há razoes para crer que tenham sido falsificados.

• Estela de Merenptah: Contém a mais antiga referência egípcia sobre os israelitas na terra de Canaã;

• Os Papiros de Elefantina: Datados do período persa de um arquivo duma comunidade judaica de Elefantina, Egito.
Um destes papiros, foi escrito em Jerusalém por Ananias que pode ser a pessoa mencionada em Neemias 7:2.

• A Inscrição Monolítica de Salmanáser III:
Encontrado por J.E. Taylor, cônsul britânico em Diyarbekir em 1861, na qual se mencionam "2,000 carros, 10.000 soldados de infantaria de Ahab o israelita" (incidente não mencionado na Biblia);

• Inscrição de Nazaré: Tábua de mármore com um edito de César proscrevendo a pena capital aos violadores de túmulos, datada do Século I d.C.. A Frohner Collection assegura que a adquiriu em Nazaré em 1878;

• A Pedra Moabita (Estela de Mesha): Uma pedra de basalto, com uma inscrição sobre Mesa, Rei de Moabe encontrada em Dhiban, Jordânia em 1868 e que menciona o rei israelita, Omri. Esta inscrição completa confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a.C.. Nela também se encontram inscrições como um tributo a YHWH. É um documento de grande importância relativo ao estudo da linguística hebraica;

• A Inscrição de Siloé: Situada originalmente na saída do túnel de Ezequias, retirada de Jerusalém em 1880, a inscrição registra a construção do túnel no século VIII a.C.. Encontra-se entre os registros mais antigos escritos na língua hebraica


Fonte: wikipédia

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