
O SBT Brasil exibiu na última semana a série "Fé Sob Medida", com reportagens sobre igrejas criadas para atingir públicos com necessidades específicas.
Continue lendo aqui no post original do Púlpito Cristão



| A Fé e a Razão |
| Muitos desprezam a crença em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo. Salomão escreveu: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.” (Pv. 3.5). “Estribar” significa firmar-se, apoiar-se em algo. Quando se monta num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana pode proporcionar apoio suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas? Os limites da razão O raciocínio é poderoso, porém limitado. O universo, a vida e a morte não podem ser explicados pelo homem. A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos. Até no campo natural, estamos bastante limitados, apesar dos avanços, descobertas e invenções. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio. Isto não significa que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos. Conciliação parcial Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm. 12.1) e “razão da esperança” (1Pe. 3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv. 1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis ou coisas invisíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia. A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a Bíblia ensina. Se Deus falou, por mais estranho que seja, acontecerá (ou já aconteceu), pois ele é fiel e poderoso para cumprir sua palavra. Como podemos confiar assim na bíblia, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, conforme promessa bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Estes sinais dependem da fé (Mc. 16), mas, olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais. Viver pela fé não significa confiar em ilusões, pois temos testemunhado os fatos que ela produz, sabendo que “a fé sem obras é morta” (Tg. 2.26). A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los. Andando apenas pela razão teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv. 20.24). Por isso, precisamos da fé. Podemos comparar a razão às rodas do avião, enquanto que a fé é comparável às asas. Estar no solo pode ser necessário e seguro, mas não deve ser o lugar definitivo para uma aeronave. Enquanto for possível, nossa fé será coerente com a razão. Contudo, não será controlada por ela. A fé não dependerá da razão, irá além. Geralmente, trabalharemos dentro do chamado “bom senso”, mas até este elemento pode significar um condicionador racional e incrédulo por se tratar do lugar comum, fundamentado naquilo que é aceito e compreendido pelo homem natural. O caminho da fé pode nos levar a fazer algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé ao construir a arca. Em situações extremas como essa, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar. Por exemplo: se Deus disse que certa pessoa vai evangelizar várias nações, ela deve apenas crer, mesmo que não tenha dinheiro para ir ao bairro vizinho. Quando Deus disse que Sara teria um filho, ela riu, porque usou primeiramente a razão. Abraão usou a fé, e este foi o fator determinante para o nascimento de Isaque. Quantos estão rindo da nossa fé! Esperamos que eles também sejam alcançados, transformados e experimentem o poder de Deus. Enquanto for possível, devemos conciliar a fé e a lógica. Se quisermos contrariar a razão sem que tenhamos uma palavra de Deus como fundamento, incorreremos em fanatismo. Se abandonarmos a fé para atendermos exclusivamente à razão, cairemos no racionalismo e na incredulidade. A razão pode se tornar obstáculo à fé Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou construir a arca, Noé não questionou a ordem divina. Apenas tomou as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que ele andava com Deus, conhecia o Senhor, sabendo exatamente quem estava mandando. Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir. Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, teria sérios problemas. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece. Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo, embora sejamos valiosos para o Criador. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência? Apesar de nossa condição limitada, está ao nosso alcance uma série de evidências que testemunham sobre a realidade de Deus. Confiança no Senhor “Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim” (João 14.1). Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm. 8). A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte. Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer. Confiar é entregar-se. O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer. A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura. A razão pode produzir desespero. A fé é produz esperança. A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus. A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória. Anísio Renato de Andrade Bacharel em Teologia. Professor do SEBEMGE – Seminário Batista do Estado de Minas Gerais e STEB – Seminário Teológico Evangélico do Brasil |
O Brasil, país conhecido em todo o mundo por sua tolerância e respeito às diferenças raciais, religiosas e étnicas, entre outras, encontra-se hoje diante de uma flagrante ameaça à liberdade de expressão e culto.
Dois projetos de lei que se propõem a evitar o preconceito, também possuem regras para silenciar e censurar a pregação da Bíblia Sagrada. E sem que a maioria da população se dê conta disso, estão seguindo o trâmite de aprovação no Congresso Nacional.
Um deles está no Senado, prestes a se tornar lei (PL 122/06) e outro com o mesmo teor está na Câmara dos Deputados (PL 6418/2005).
Em breve poderemos assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho, como em muitos países da África, e pais perdendo a guarda dos filhos por transmitirem a sua convicção religiosa, como ocorre em localidades do Oriente Médio.
Casos como na China e na Coréia do Norte, onde pastores são presos por distribuírem Bíblias, podem se tornar comuns.
Crime de opinião religiosa
Uma leitura mais apurada no texto do PL 122/06 que prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, revela que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações de correntes doutrinárias.
O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. O governo é favorável à criação desta nova lei e seu posicionamento está claramente expresso no programa 'Brasil Sem Homofobia'.
Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.
No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.
Perseguição aos ofertantes
A ameaça torna-se ainda mais gritante ao atingir os próprios crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho de Cristo.
Isso porque, pelo que está previsto no PL 6418/2005, quem financia, patrocina ou presta assistência a qualquer um que transgredir essa lei, ou seja, que pregar qualquer ponto que desagrade a um homossexual, poderá ser condenado a uma pena de dois a cinco anos de prisão.
Como cristãos, ou seja, como defensores do amor ao próximo pregado por Jesus Cristo, não aceitamos que qualquer pessoa, homossexual ou não, sofra atos de violência, seja proibida de permanecer em locais públicos ou tenha seus direitos civis violados - pontos que estão servindo de justificativa para os que defendem tais projetos.
Só não podemos permitir a invasão de direitos particulares sobre os direitos coletivos, assegurados na Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso VI: É inviolável a liberdade de consciência e de crença.
Por isso, diante desta séria ameaça aos direitos religiosos de todos nós, cidadãos cristãos, principalmente aos evangélicos, cresce a demanda por uma intensa mobilização por parte de todos aqueles que, independentemente de aprovarem ou não a conduta homossexual, desejam garantir o direito de livre expressão de suas opiniões e convicções, sejam elas contrárias ou não ao homossexualismo.
Esta mobilização, além de ser expressa em orações e jejuns, deve ser acompanhada de uma dinâmica prática, sob diferentes formas, tais como:
1) Envie seu protesto para os senadores e deputados envolvidos na aprovação destas leis... (veja listagem de alguns deles abaixo) por meio de cartas, telefonemas, fax e e-mails;
2) Participe de abaixo-assinados que expressem o descontentamento com estes projetos de lei e assegure que eles sejam entregues às autoridades competentes;
3) Entre em contato com o parlamentar em quem votou e chame a atenção dele à questão;
4) Repasse estas informações sobre a ameaça que estas leis trarão à liberdade de expressão e culto no Brasil a TODOS os seus conhecidos. Utilize seu mailing pessoal e os meios de comunicação de sua igreja.
Nossa tão propaganda de liberdade religiosa pode estar com os dias contados. E não é apenas o cristianismo que está correndo o risco de ser censurado. O islamismo e o judaísmo também, pois todas tratam do assunto em seus livros sagrados. Portanto, o que está em questão não é o homossexualismo em si e sim a criação de um crime de expressão e opinião religiosa.
Contatos com os senadores diretamente envolvidos no PL 122/06:
Fátima Cleide Rodrigues da Silva (PT-RO), relatora do projeto (a favor)
Fone: (61) 3311-2391 e 3311-2397
Fax: (61) 3311-1882
e-mail: fatima.cleide@senadora.gov.br
Paulo Renato Paim (PT-RS), apresentou diversos projetos neste sentido, condensados no PL 122/06 (a favor)
Fone: (61) 3311-5227 e 3311-5232
Fax: (61) 3311-5235
e-mail: paulopaim@senador.gov.br
Marcelo Bezerra Crivella (PRB-RJ) - (contrário à redação como está)
Fone: (61) 3311-5225 e 3311-5730
Fax: (61) 3311-2211
e-mail: crivella@senador.gov.br
Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada senador e a íntegra do projeto de lei acesse:
http://www.senado.gov.br
Contatos com os deputados diretamente envolvidos no PL 6418/2005:
Janete Rocha Pietá (PT-SP), relatora do projeto (a favor)
Fone: (61) 3215-5578
Fax: (61) 3215-2578
e-mail: dep.janeterochapieta@camara.gov.br
Pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ) (contrário à redação como está)
Fone: (61) 3215-5226
Fax: (61) 3215-2226
e-mail: dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br
Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada deputado e a íntegra do projeto de lei acesse:
http://www.camara.gov.br

Sou eu! – (Jo 18:5)
Paz amados! A pequena frase acima mostra o Jesus Deus (Êx 3:14), no qual foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, tudo foi criado por ele e para ele, é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele( Cl 1:16-17), mas também nos apresenta o Jesus que toma a difícil decisão de assumir completamente seu papel de Salvador no contexto da Redenção, apesar da agonia, do sofrimento pelo que viria, o cálice a ser bebido. Ele sabia que, se quisesse, poderia ser rei dos judeus, pois era o herdeiro de Davi por direito e o povo aguardava um Rei. O mundo de Sua época vivia em crise política, poderia ter sido um ditador, um revolucionário; porque era um líder de massas. Tinha uma profissão, carpinteiro, mas era chamado de RABONI (Mestre) pelo povo. Sábios e doutores buscaram, inclusive à noite, conhecê-lo. Escassos três anos e meio de ministério fizeram Seu Nome e Seu Evangelho conhecidos e discutidos por mais de 2000 anos. Muitos já tentaram apagá-lo da história, outros tentam até hoje sem sucesso algum. Ele sabia o preço a pagar, Seu sangue! A cruz não era para Ele, era nossa!
Hoje vivemos momentos de aperto em todas as áreas da vida, pessoas jogam crianças pela janela, jovens executam outros jovens, pai estupra filhas (duas), filha rica executa pai e mãe, mãe executa seus filhos, por uma pedra de crack meninas e meninos fazem muitas coisas sujas, filha grávida do pai, mãe acorrenta filho drogado, sexo livre e mentira nas televisões, o mundo quebra financeiramente, roubo, assalto, estelionato, os empréstimos tão bons de imediato e tão ruins depois, as dividas crescem, as doenças físicas, religiões fabricando e enganando religiosos. Pessoas magoadas, ressentidas, rebeldes, sem perspectiva enchem os hospícios e cadeias públicas, sem esperança alguma caminham para o nada. Por quê? O que falta? Mais dinheiro? Mais policia? Mais cadeia? Educação? Saúde?
Sou eu, Ele disse! Como filho tomou a decisão de nos amar, salvar e guardar. Pediu que confiássemos nele, crendo em sua palavra e agindo neste mundo como Ele próprio agiu. Garantiu-nos o céu e guardou para nós o direito de pisar na cabeça do diabo, então porque quando Jesus nos pede: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”, nós preferimos ficar alheios aos fatos, não queremos ver que o Egito com seus melões e alhos já chegaram a nossas casas e Igrejas. Dói, como dói comer maná todo dia e usar as mesmas roupas na caminhada, mas vem de Deus! Usar frases como: “Deus sabe de todas as coisas” e “Toda essa desgraça no mundo é Bíblico irmão” é muito confortável, mas preferível é: “Aquele que planta chorando colherá com alegria” e “Não se conformem com este mundo”.
Sou eu, Ele repete! Assumir que somos a luz e o sal só vai melhorar este mundo. O Filho do Homem não teve onde recostar sua cabeça, não temos registros de propriedades ou bens em Seu Nome, mas voltará em Glória buscar os Seus para um lugar preparado por Ele, uma cidade de ouro e cristal e todo tipo de pedras preciosas onde Ele é a luz.
Leitor: quero convidá-lo a orar comigo:
Senhor Jesus, queremos assumir nossa inteira responsabilidade como mordomos neste mundo, queremos o Egito fora de nossas casas e Igrejas, ajuda-nos a limpar nossas mãos, dá-nos coragem para mudar, queremos fazer a sua vontade. Toda honra, todo louvor e toda glória é para ti, só para ti. Não quero outro senhor em minha vida, manifesta teu poder em mim. AMÉM!
Nelton
(Texto extraído do Informativo Mensal INFORBRAC - N° 32 - Novembro 2008, págs 6 e 7 - Rio Grande/RS)